Os 10 lugares mais lindos do mundo.

Fotógrafos, jornalistas e globetrotters com mais de 80 países cada um no currículo, usaram variáveis como beleza cênica, graça do conjunto urbano, condição da natureza, ocupação e a própria relação afetiva com os destinos para compor a lista. “No fundo, os lugares que marcam são aqueles que aparecem de surpresa no caminho”, diz Caio. O melhor é que uma lista desta é sempre aberta, mutável, gera muitas outras e convida a fazer o que a gente mais gosta: viajar.

Veja abaixo os 10 lugares mais bonitos do mundo, (Iniciando pelo número Décima).

10 – Terra Ronca – Brasil

Terra Ronca – Brasil (Pablo de Sousa/Dedoc Abril/Dedoc Abril)

As maiores cavernas do país impressionam pela beleza das formações de calcário, pelas dimensões de suas entradas, pelos raios de luz que incidem em claraboias e pelos rios de água potável que as atravessam. Pouco fiscalizado, o Parque Estadual Terra Ronca segue preservado graças à localização remota, em São Domingos, na divisa de Goiás com a Bahia. Calcula- se que tenha 95 cavernas, quatro abertas ao turismo. A maior delas, Angélica, tem 14 quilômetros de galerias. Ela, Terra Ronca, e São Vicente revelam suas belezas só a quem se dispõe a molhar o tênis e caminhar seguindo o curso de seus rios interiores. A Pousada São Mateus é praticamente a segunda sede do Parque Estadual Terra Ronca – e funciona como parada quase obrigatória para quem deseja visitar as cavernas. Na sede do parque é possível contratar guias.

9 – Baja California – México

Baja California – México (Divulgação/Divulgação)

Penhascos e baías rochosas marcam a península de 1 280 quilômetros onde brilha, no extremo sul, Cabo San Lucas. Esqueça os resortes mexicanos pé na areia. Na Baja California, o rústico é confortável – e combina muito com o clima local. O Baja Camp na Ilha Espírito Santo, tem tendas de luxo cercadas por dunas e cactos, onde leões-marinhos são os moradores principais. A praia, deserta e isolada, é quase que exclusiva de quem se hospeda ali. À noite, lâmpadas iluminam a mesa de jantar com receitas fartas em frutos do mar.

8 – Foz do Iguaçu – Brasil

Foz do Iguaçu – Brasil (Divulgação/Divulgação)

Conjunto monumental de 275 quedas acessíveis por barco ou, do lado argentino, por passarelas diabólicas. Um dos destinos mais procurados pelos estrangeiros no Brasil graças ao exuberante Parque Nacional do Iguaçu, suas exuberantes cataratas e ótima estrutura ao visitante. O mesmo nível de organização é encontrado do lado argentino no Parque Nacional Iguazú, na vizinha argentina Puerto Iguazú. A visita aos dois parques é indispensável.

7 – Península Valdés – Argentina

Península Valdés- Argentina (Divulgação/Divulgação)

Lar de pinguins, elefantes-marinhos, orcas e aves, a península patagônica é um santuário da vida selvagem. Destino ainda pouco conhecido pelos brasileiros que rumam ao território vizinho, a Península Valdés é um segredinho da Patagônia. A principal atração local é navegar e mergulhar ao lado de animais marinhos. A base turística é a cidade costeira de Puerto Madryn, a cinco quilômetros de um pequeno aeroporto. Ali chegam voos vindos do Aeroparque de Buenos Aires.

6 – Ilha de Páscoa – Chile

Ilha de Páscoa – Chile (Divulgação/Divulgação)

No mais remoto Pacífico, cerca de 900 figuras de pedra. Um mistério a desvendar de bicicleta A ilha está isolada no Pacífico, a 4.200 quilômetros a leste do Taiti e 3.700 quilômetros a oeste da costa do Chile. Todos os voos fazem conexão em Santiago.

5 – Jericoacoara – Brasil

Jericoacoara – Brasil (Divulgação/Divulgação)

Isolada por dunas e com o pôr do sol mais famoso do Brasil, Jeri hoje está longe de ser um segredo. Quem liga? Chegar lá não é tarefa das mais fáceis, mas o esforço vale a viagem. Os 287 quilômetros de Fortaleza a Jijoca podem ser percorridos de ônibus. De Jijoca, caminhonetes fazem o trajeto até Jeri (40 minutos). Ao chegar lá, explore a Praia Jericoacoara – onde os kitesurfistas dão cor ao mar com suas pranchas e os bares são animados durante todo o ano.

4 – Alasca – Estados Unidos

Alasca – Estados Unidos (Divulgação/Divulgação)

A Glacial Bay dá ideia de como foi a era glacial, e Juneau tem minas da corrida do ouro. Quem quiser fazer um cruzeiro nas geleiras pode visitar o Kenai Fjords National Park, com muita chance de ver de perto baleias, glaciares, fiordes e labirintos de canais ladeados por muito gelo. Até as focas costumam dar as caras durante o passeio.

3 – Grand Canyon – Estados Unidos

Grand Canyon – Estados Unidos (Thinkstock/erikharrison/Thinkstock)

Precipícios a 2 mil metros, 5 milhões de pessoas por ano. Vá de mula, de barco, de helicóptero desde Las Vegas. O que pouca gente sabe é que o Grand Canyon é uma das sete maravilhas do mundo.

 2 – Uyuni – Bolívia

Uyuni – Bolívia (Divulgação/Divulgação)

O deserto de sal rodeado de vulcões a quase 4 mil metros de altitude é inóspito e belo. A quebrar a imensidão branca, só os cactos gigantes. A maneira mais comum de ir ao salar é fazer o passeio conjugado com o Deserto do Atacama, no Chile. O pacote dura em média quatro dias e inclui vistas além do deserto de sal: lagoas multicoloridas, vulcões e talvez o céu mais estrelado do mundo. O ponto de partida é Uyuni, vilarejo de onde saem os jipes (também é possível fazer a viagem contrária, partindo do Chile).

1 – Pantanal – Brasil

Pantanal – Brasil (Divulgação/Divulgação)

Sobrevoei o Pantanal pela primeira vez em 1992, e o fumacê das queimadas mudava os tons do entardecer. Vi paisagens, grafismos e cores mais vibrantes à medida que o sol buscava o horizonte. Deixei a região acreditando ter visto o lugar mais bonito do mundo. Vinte anos depois, ainda tenho a mesma convicção. Depois de meia centena de viagens à região, digo que é de lá a melhor luz que um fotógrafo pode desejar; fora isso, entrei em contato com a cultura do homem pantaneiro, a fauna, os rios que invadem as terras na estação das chuvas e dão àquele lugar características tão próprias. Ao contrário das savanas aficanas, não é fácil ver os animais do Pantanal, embora ali seja um dos ecossistemas mais ricos do mundo, com cerca de 1 100 espécies. O céu na época da seca está sempre coalhado de aves muito diferentes, mas os mamíferos raramente se deixam ver. Por mais que você palmilhe o Pantanal, que você cruze boa parte do Mato Grosso e do Mato Grosso do Sul, há sempre algo mais para ver, há sempre uma razão para voltar. (VC)   Na estação da cheia (outubro a março), a água renova o visual e tudo fica verdinho. O Pantanal tem três tipos de hospedagem: as voltadas para ecoturistas, as próprias para os pescadores e os hotéis do centro. Uma referência é o Hotel SESC Porto Cercado, com estrutura voltada para o turismo ecológico e sustentável. Os hóspedes podem praticar arvorismo, fazer trilhas e observar animais.

Fonte: https://viagemeturismo.abril.com.br/materias/os-100-lugares-mais-lindos-do-mundo/

 

 

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